sábado, 10 de outubro de 2009

Números: São Paulo x Flamengo

S.P.F.C .

São Paulo e Flamengo já realizaram 106 jogos em toda a história. E a vantagem é do Tricolor, que venceu 43 vezes e perdeu 33, além de 30 empates. Foram 182 gols feitos pelos jogadores do time paulista contra 147 sofridos: média positiva de 35 gols.

No Campeonato Brasileiro são contabilizados 40 jogos entre o rubro-negro e o Tricolor, e a equipe são-paulina também costuma se dar melhor que o rival no nacional. Foram 17 vitórias contra 12 do Flamengo e mais 11 empates, com 61 gols feitos e 41 sofridos.

Mas no Rio de Janeiro a vantagem é do rival. Nos 34 jogos disputados sob o mando do Flamengo, 16 foram vencidos pelos donos da casa e dez pelo São Paulo, com mais oito empates. Apesar da desvantagem, o Tricolor fez mais gols que sofreu: 56 contra 54.

A última partida entre as equipes aconteceu no primeiro turno deste Brasileirão, no estádio do Morumbi, e terminou empatada em 2 a 2, com gols de Borges e Jorge Wagner.

Total


Em Brasileiros


No Rio de Janeiro

Jogos

106


Jogos

40


Jogos

34

Vitórias

43


Vitórias

17


Vitórias

10

Empates

30


Empates

11


Empates

8

Derrotas

33


Derrotas

12


Derrotas

16

Gols Pró

182


Gols Pró

61


Gols Pró

56

Gols Contra

147


Gols Contra

41


Gols Contra

54

Saldo

35


Saldo

20


Saldo

2


sábado, 3 de outubro de 2009

Com apenas dois zagueiros, Gomes pode mudar esquema

André Dias e Rodrigo são os únicos jogadores da posição garantidos contra o Coritiba

Logo que chegou ao São Paulo, há exatos 20 jogos, o técnico Ricardo Gomes manifestou seu desejo em mudar a forma da equipe jogar. Vindo da escola européia, onde pouco se utiliza o sistema com três zagueiros, o treinador indicou que sua preferência seria ver o São Paulo voltar a atuar com apenas dois defensores.

Já na estreia, Gomes escalou dois beques, mas não foi por sua opção. Diante do Náutico, no Morumbi, com o time ocupando a 16ª colocação, o treinador foi obrigado a escalar Renato Silva e Jean Rolt juntos, já que Miranda estava na seleção, André Dias suspenso, e Rodrigo afastado por conta da embolia pulmonar.

Mas Ricardo abriu mão de sua preferência. Avaliou as atuações do time e o elenco que tem em mãos e dos 20 jogos que comandou a equipe, apenas cinco vezes ele não escalou três zagueiros. Destas cinco partidas, em duas Richarlyson atuou na zaga - contra Vitória e Fluminense. Ou seja, o São Paulo fez apenas três jogos com Ricardo Gomes adotando o sistema 4-4-2.

Para o jogo contra o Coritiba, na próxima quarta-feira, no Morumbi, o São Paulo terá quatro desfalques, todos da defesa: Miranda, Renato Silva, Richarlyson (que poderia atuar na zaga) e Junior Cesar. Voltar a formar uma linha com apenas dois beques não assusta o treinador.

"Não vejo problema nenhum em jogar com apenas dois zagueiros. Temos uma semana inteira pra treinar e adaptar o time. A nossa formação também depende do sistema de jogo do Coritiba", analisou o treinador.

Ricardo Gomes abriu algumas possibilidades, mas adiantou que ainda é muito cedo para definir o time. "O Adrian Gonzalez vem treinando muito bem e pode entrar, passando o Jean pro meio. Posso utilizar também o Zé Luis tanto no meio como na zaga. Na lateral deve ser o Jorge mesmo, até porque o Diogo está na sub-20", emendou o técnico.


Dagoberto: "Como é difícil torcer"

Atacante sofreu do sofá de casa com a virada sobre o Náutico e celebra volta


O cartão amarelo recebido no jogo contra o Corinthians tirou Dagoberto da partida seguinte, frente ao Náutico. Sem poder viajar para Recife com a delegação, o jogador teve que acompanhar a partida de casa, e sentiu na pele como é difícil ser torcedor, principalmente em jogos emocionantes como foi o último.

"Ficar de fora do jogo já é muito ruim, mas quarta-feira foi complicado. Eu sou um torcedor calmo, e ainda assim fiquei nervoso, é muito difícil torcer. Mas foi legal porque o resultado terminou positivo pra gente, e o pessoal mereceu muito a vitória por tudo o que fez em campo", disse o camisa 25.

De volta à equipe no próximo jogo do Tricolor (contra o Coritiba, quarta-feira, no estádio do Morumbi), o atacante celebra ter condições de entrar em campo e ajudar o time a continuar com chance de vencer pela quarta vez seguida o campeonato nacional.


"É bom voltar a ter condições de ajudar o time em um momento importante como esse, porque posso dar minha parcela de contribuição para o objetivo da equipe. Trabalhei muito forte esses dias para voltar e ajudar o São Paulo a somar pontos, continuar nessa busca pelo título", completou.


sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Presente olímpico no aniversário do Morumbi

No dia em que completa 49 anos, Estádio do Morumbi carimba participação na Olimpíada de 2016

No dia em que completa 49 anos, o Estádio do Morumbi recebe um presente internacional.

A escolha do Rio de Janeiro como sede dos Jogos Olímpicos de 2016 é festejada não apenas pela Cidade Maravilhosa. Apesar de a maior parte do evento esportivo acontecer na cidade-sede, alguns esportes, tradicionalmente, são realizados em sub-sedes.

No caso do futebol masculino e feminino, o palco da disputa na cidade de São Paulo será o Estádio Cícero Pompeu de Toledo, o Morumbi, conforme acordo formalizado entre o São Paulo Futebol Clube, a Prefeitura do Município de São Paulo e o Comitê Olímpico Brasileiro.

Projeto

Recentemente foram apresentadas à imprensa novas imagens do projeto do novo Morumbi para a Copa do Mundo de 2014. Agora confirmado também para as Olimpíadas de 2016, o estádio segue sendo planejado conforme as mais altas exigências para receber ambos os eventos.

"Uma vez mais o Estádio do Morumbi mostra-se com o grande ícone de eventos na cidade de São Paulo, e é motivo de orgulho vê-lo fazer parte do projeto olímpico de 2016. O Brasil conseguiu reunir os dois maiores eventos mundiais, e o Morumbi será brilhante em ambos", afirma Adalberto Baptista, diretor de marketing do São Paulo FC e membro do Comitê Executivo Morumbi 2014.

À frente do projeto arquitetônico estão o escritório alemão GMP (Gerkan Marg und Partner) - com ampla experiência em arenas esportivas de primeiro porte, utilizadas na Copa da Alemanha e, futuramente, na Copa do Mundo de 2010, na África do Sul - e o arquiteto Ruy Ohtake.


Sub-sede em São Paulo

Em visita ao Morumbi, em 2008, a importância da cidade de São Paulo como sub-sede foi confirmada por Fabio Starling, gerente-geral de Relações Institucionais da Comissão Rio 2016.

"São Paulo será muito importante neste processo. Além de servir como entrada para quem vem de fora do país, a cidade terá destaque na questão das acomodações, devido ao acesso rápido entre as duas capitais", afirmou.

Alexandre Techima, diretor de infra-estrutura tambem presente à visita, fez questão de parabenizar o projeto são-paulino e elogiou a administração do clube.

"Gostaria de parabenizá-los por todo o projeto do Morumbi, que é impressionante. O São Paulo é o melhor exemplo de administração esportiva do Brasil. Espero que de vez em quando a gente consiga fazer um intercambio de conhecimentos para ajudar nossa campanha", disse, à época.

O projeto olímpico reafirma ainda a já bem sucedida parceria entre o São Paulo Futebol Clube e a cidade de São Paulo para a Copa de 2014.

49 anos de Morumbi

Comunicação - 2/10/2009


Perto de se tornar cinquentenário, o Estádio Cícero Pompeu de Toledo - Morumbi completa hoje 49 anos de glórias e vitórias.

A história do Morumbi teve início em 15 de agosto de 1952, com o lançamento da pedra fundamental pelo então presidente são-paulino Cícero Pompeu de Toledo - que viria a dar o nome ao estádio.

O jogo inaugural, entre São Paulo Futebol Clube e Sporting Clube de Portugal, aconteceu exatamente em 02 de outubro de 1960. Vencida pelo Tricolor por 1 a 0, com o célebre gol de Peixinho, primeiro tento marcado no estádio, a partida marca a inauguração inicial do Morumbi, ainda parcialmente construído.

Em 25 de janeiro de 1970, com a conclusão de 720 metros de arquibancada, o Morumbi tornou-se o maior estádio particular do mundo. De 1952 a 1970, foram 17 anos e cinco meses de construção, 50 mil metros cúbicos de concreto e seis mil toneladas de ferro para transformar o sonho da torcida tricolor em realidade.

Esforço tricolor

Muitos são-paulinos emprestaram paixão, suor e trabalho para que o São Paulo atingisse o objetivo de erguer o maior estádio particular do mundo.

Nas festas de 1ª inauguração, em 1960, o São Paulo Futebol Clube, realizou duas partidas amistosas contra clubes do exterior. No primeiro jogo, em 02/10/60, o tricolor venceu o Sporting de Lisboa, com um gol de Peixinho - Arnaldo Poffo Garcia. O juiz do confronto foi Olten Ayres de Abreu, ex-atleta são-paulino e hoje conselheiro vitalício do clube. No segundo desafio, em 09/10/60, o São Paulo, reforçado pelos palmeirenses Djalma Santos e Julinho Botelho, e pelo corinthiano Almir Albuquerque, derrotou o Nacional de Montevidéu, por 3X0, gols de Canhoteiro e Gino (2).


Palco dos grandes eventos

Diversos eventos artísticos e religiosos também fazem parte das estatísticas do estádio do Morumbi. Dentre eles a missa celebrada pelo Papa João Paulo II, em 3 de julho de 1980, e os shows épicos dos pop-stars Michel Jackson e Maddona.

Desafio 2014

Nesses 49 anos de existência, o Estádio do Morumbi já passou por diversas modificações em sua estrutura. Hoje, a casa do Tricolor Paulista oferece mais do que jogos de futebol, conta com o moderno espaço Morumbi Concept Hall que abriga o Santo Paulo Bar, a Megaloja da Reebok, uma livraria Nobel, o camarote Unyco, o Copa Restaurante e Gastronomia e, em breve, uma academia da CIA Atlética.

O próximo passo será adequar as suas instalações para receber o maior evento esportivo do mundo, a Copa do Mundo em 2014.

Fotos Treino desta sexta-feira

Equipe fez trabalho de posse de bola, movimentação e finalização

O São Paulo realizou na manhã desta sexta-feira seu primeiro trabalho do dia. O técnico Ricardo Gomes comandou um treino técnico no campo, primeiro trabalhando movimentação e posse de bola e ao final fazendo finalização.
Estiveram no gramado os jogadores que pouco ou não atuaram na partida contra o Náutico, além de Richarlyson, Renato Silva e Junior Cesar, que cumprirão suspensão no próximo jogo da equipe, contra o Coritiba, no Morumbi.
Os demais jogadores fizeram um trabalho físico no REFFIS, sob a supervisão do preparador físico Carlinhos nEves.
A equipe volta aos treinos às 16 horas, no Centro de Treinamento da Barra Funda. Na manhã de sábado o time trabalha pela última vez no final de semana, recebendo o domingo de folga.

Jogadores fazem o aquecimento antes do treinamento


Renato Silva e Hugo durante os trabalhos desta manhã


Adrian González, Washington e Wellington no CT da Barra Funda


Washington é cercado pelos zagueiros Rodrigo e Aislan no trabalho de posse de bola


Suspensos, Junior Cesar e Renato Silva trabalharam no campo


Zagueiro Renato Silva cumprirá suspensão pelo terceiro amarelo contra o Coritiba


Aislan e Zé Luis participam da atividade


Denis treina firme


Ricardo Gomes observa os trabalhos dos atletas


Richarlyson é outro que fica de fora do próximo jogo


Richarlyson, Hugo e Oscar conversam antes do treino de finalização


Milton Cruz conversa com Oscar durante o treinamento

Mais uma vez, Oscar entra e vai muito bem

Jovem tem aproveitado muito bem as oportunidades de jogar neste ano


O ano de 2009 tem permitido que os torcedores conheçam melhor alguns dos jovens atletas que antes eram considerados promessas, e agora têm se tornado realidade no Tricolor. Um deles é o meio-campista Oscar, que vem se destacando neste ano quando tem chances de entrar no gramado.

Nesta temporada, o jovem atuou em oito jogos - Mirassol, Independiente Medellín, Corinthians, Náutico (primeiro turno), Coritiba, Atlético Mineiro, Santos e novamente Náutico (returno). Foi com Ricardo Gomes que ele realizou a maioria desses jogos: os cinco últimos.

Apesar de querer participar de todas as partidas, Oscar sabe que o elenco é forte e que ele ainda tem muito a aprender.

"Sei que é difícil eu jogar mais porque o elenco é forte, mas estou tendo oportunidades, aos poucos vou entrando e isso é ótimo pra mim. Vou esperando as chances, tenho paciência e procuro fazer meu melhor quando entro em campo", disse o jovem, mostrando consciência de veterano.

Elogiado pelo treinador, o camisa 30 vem apresentando boas atuações, como a da última quarta-feira, quando deu movimentação ao ataque e fez o passe para o gol de Hugo, que deu a vitória à equipe. Além dessa "fogueira", Oscar destaca outra partida difícil no qual entrou e se deu bem. Foi contra o Corinthians, no primeiro turno. No confronto, infernizou os rivais nos minutos em que jogou e fez a linda jogada que resultou no gol de Richarlyson.

"Estou acostumado a entrar com um a menos na equipe, é bacana entrar em jogos assim, difíceis. Sou o mais novo do elenco e é bom pra ir me acostumando às decisões", completou o atleta.