sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Wellington Nem revela "não" à Europa para poder jogar pelo São Paulo


Wellington Nem São Paulo (Foto: Maurício Rummens / Estadão Conteúdo)
O São Paulo apresentou nesta quarta-feira seu primeiro reforço para 2017. Wellington Nem, que há mais de 15 dias já treina com o grupo, vestiu a camisa– ainda sem número definido – e explicou por que optou pela equipe do Morumbi.
– O São Paulo já havia me procurado há um ano e meio e eu tinha falado que sim. É um clube grande, que entra para ganhar tudo, e é isso que eu quero: voltar ao Brasil e ganhar todos os títulos possíveis com a camisa do São Paulo (...) Eu não estava feliz na Ucrânia. Houve uma possibilidade de ir para outro time da Europa, mas eu disse que não. Queria voltar para o Brasil, para o São Paulo, estar perto dos meus amigos e da minha família – disse o atacante.
Ao seu lado estava o diretor executivo Marco Aurélio Cunha, que elogiou a postura do jogador durante a negociação, quando outros clubes brasileiros tentaram contratá-lo.
– Quero ressaltar a lealdade do Wellington Nem na negociação. Quando o mercado descobre, sempre entra alguém tentando interferir. Em nenhum momento ele vacilou, no momento mais importante ele disse que o compromisso dele era com o São Paulo. Foi fundamental a forma como ele nos recebeu, e sua condução impecável – agradeceu o dirigente.

Wellington Nem terá férias a partir da próxima semana e vai se reapresentar no dia 5 de janeiro para a viagem aos Estados Unidos, onde o São Paulo disputará o Torneio da Flórida. Será a estreia do jogador.
Veja abaixo a íntegra de sua entrevista:
O QUE MUDOU EM RELAÇÃO AO WELLINGTON NEM DO FLUMINENSE
Sou um homem mais experiente, tenho um filho, uma família, responsabilidade. No Fluminense eu era mais moleque, agora é uma responsabilidade muito grande, ainda mais vestindo a camisa do São Paulo, um clube que ganhou tudo. Como jogador é o Wellington do Fluminense, do Figueirense, do Shakhtar, de ir para dentro, tentar a jogada, tentar o máximo sair com a vitória e se doar para o time.
POSIÇÃO EM CAMPO
Eu me sinto melhor pela direita, sempre joguei. Gosto de levar para o meio para fazer jogadas, é onde me sinto melhor.
ROGÉRIO CENI
Não tive contato com o Rogério, mas dou parabéns ao Marco por ter contratado o Rogério. Foi a melhor escolha que o São Paulo fez, é o maior ídolo do clube. Se tivermos a metade dos títulos dele, estaremos felizes.
DIFICULDADES NO SHAKHTAR
Eu fiquei muito tempo sem jogar porque vim para o nascimento do meu filho, foram quase duas semanas, na volta tive que me adaptar de novo, e já tinha conversado com o técnico que não queria mais jogar pela possibilidade de vir para o São Paulo. Estou bem fisicamente, se eu pudesse já jogaria nesses últimos jogos.
ADAPTAÇÃO NA UCRÂNIA
Meus dois anos no Shakhtar foram difíceis, eu me machuquei, o técnico falava que brasileiros demoravam dois anos para se adaptar. Depois, em um ano e meio, eu joguei, fiz gol, mas não estava feliz. Eu disse que não queria ir para a Europa, queria voltar para o Brasil, para o São Paulo, estar perto da minha família e dos meus amigos.
MÁ FASE DO ATAQUE DO SÃO PAULO
Esse ano foi ruim para todo mundo, não só para o ataque, é o grupo do São Paulo. Eu chego para somar, ajudar a todos, formar uma família para sermos muito felizes.
EVOLUÇÃO
Tenho muito a evoluir, apenas 24 anos, até quando eu parar vou tentar evoluir mais e melhorar para chegar no topo. E na Seleção.

Ceni explica escolha de inglês como auxiliar e promete atenção à base


Rogério Ceni São Paulo (Foto: Fernando Vidotto)
Rogério Ceni confirmou, em sua entrevista de apresentação como novo treinador do São Paulo, nesta quinta-feira, que pretende dar muita atenção às equipes de base, formadas no CT Laudo Natel, em Cotia. Para isso, o ex-goleiro conta com o trabalho de Micheal Beale, inglês que será seu auxiliar-técnico no Tricolor.
Beale tem larga experiência com jogadores jovens. Ceni destacou que ele trabalhou por dez anos no Chelsea e ultimamente estava no Liverpool.
A ideia é usar o que há de melhor em Cotia. Atualmente, o São Paulo disputa as finais do Sub-20 na Copa do Brasil e no Campeonato Paulista. Além disso, é o atual campeão da Libertadores na categoria.
– Acredito que pelo investimento que é feito em Cotia, não podemos deixar de aproveitar os jogadores. Acompanhei treinos do sub-15 até o sub-20. Vi jogos. Temos profissionais altamente qualificados. Será dada oportunidade aos jogadores da base – disse Ceni, que elogiou David Neres, Pedro, Lucas Peri e Lyanco, dentre outros.
– Fora os mais experientes como Rodrigo Caio, Lucão, João Schmidt. Já temos um alto percentual da base no profissional, mas ainda acho que é momento de aproveitar mais gente. Casos do Lucas Kal e do Tormena, mas tenho muitos zagueiros. Vejo o Foguete, o Artur, o Araruna, o Júnior. Na maioria das posições, eles vão subir – emendou o novo treinador, destacando também o trabalho do técnico André Jardine no Sub-20.
Sobre Michael Beale, Ceni contou que o conheceu por indicação de um amigo. Depois de três dias observando seu trabalho no time sub-23 do Liverpool, saiu impressionado.
– (Michael) foi um cara muito bacana, atencioso, gostei muito do treinamento dele. É um treinador pronto para lidar com garotos e profissionais do mais alto nível. Claro que tem a questão da língua, mas ele está fazendo três horas de português por dia. Não é fácil aprender português, mas tem o linguajar da bola – disse Ceni, sorrindo.
Além do inglês Michael Beale, o francês Charles Hembert também fará parte da comissão técnica de Ceni no São Paulo.
– O Charles trabalhou junto com a seleção brasileira na Copa América. Na Copa do Mundo, trabalhou com Camarões. Ele me acompanhou na Inglaterra, fez os mesmos módulos de curso que eu. Ele será uma sombra do Michael em campo na comunicação. Os trabalhos serão setorizados. Eu posso trabalhar com uma parte e os outros serão tocados por eles, que são altamente capacitados – explicou Ceni.  

Por "incompatibilidade", Ceni descarta um dia comandar os rivais paulistas


Rogério Ceni São Paulo (Foto: Alexandre Lozetti)
Depois de 25 anos como goleiro do São Paulo, Rogério Ceni se aposentou no final da temporada de 2015, passou um ano estudando e assumiu o comando técnico do time para os dois próximos anos. Ao enveredar na carreira de treinador, porém, ele descarta, logo de cara, que um dia possa treinar os rivais paulistas Corinthians, Palmeiras e Santos.
– Não consigo me ver como treinador de um desses times. Sempre manifestei o desejo de treinar o São Paulo. Também acho que não me veriam como uma opção. Existe uma incompatibilidade. Espero ficar muito tempo aqui, embora a gente saiba como funciona a questão do treinador no Brasil. E falo isso sobre os rivais com o maior respeito – opinou Ceni.
O contrato de Rogério Ceni como técnico do São Paulo terá duração de dois anos. Ou seja, até dezembro de 2018. O acordo prevê multa rescisória, que deixa de ter validade caso o treinador não chegue aos objetivos previstos anteriormente. Mas em caso de sucesso nas metas, Ceni terá bonificações extras e aumentos salariais.
– Minha intenção é jogar ofensivamente, pressionando, buscando o gol. É claro que em alguns jogos, podemos fazer ajustes diferentes. Mas vou me adaptar ao que tiver à disposição – disse o novo treinador do time do Morumbi.
A pré-temporada do São Paulo será realizada nos Estados Unidos, em janeiro, com participação no Torneio da Florida. Na próxima temporada, o Tricolor vai disputar o Campeonato Paulista, a Copa do Brasil, o Campeonato Brasileiro e a Copa Sul-Americana.

São Paulo chega a limite financeiro, e negociação com João Schmidt trava


João Schmidt  São Paulo (Foto: Site Oficial do São Paulo/Divulgação)
A negociação para renovação de contrato do volante João Schmidt com o São Paulo está travada. O atleta tem vínculo até o dia 30 de junho do ano que vem e, pela lei, poderá assinar um pré-contrato com qualquer equipe a partir do final deste mês. A diretoria tricolor diz que já chegou ao limite, ou seja, não vai aumentar a proposta que foi feita. A decisão cabe ao atleta.   
– A renovação está parada. Só depende do João. Já chegamos ao nosso limite, entendendo o que seria justo dentro de uma renovação. Tive uma conversa quase que paternal com o João, explicando a ele por que ele deveria continuar e depois pensar na carreira na Europa, assim como fez o Hernanes – afirmou o diretor executivo do Tricolor, Marco Aurélio Cunha.   
Por intermédio de sua assessoria, João Schmidt diz que ainda discute o assunto e que não respondeu a nenhuma proposta feita pelos dirigentes. Ele disse que só vai pensar no futuro após o término do Campeonato Brasileiro.   
João Schmidt é cria da base tricolor e, por dois anos, já atuou no futebol europeu, defendendo o Vitória de Setúbal, de Portugal. Retornou ao São Paulo no ano passado e começou a se destacar na atual temporada, vivendo seu melhor momento durante a primeira fase da Taça Libertadores, sob comando de Edgardo Bauza. 
Com Ricardo Gomes, ele ficou algumas partidas como opção no banco de reservas, mas depois recuperou o posto de titular, condição que foi mantida após a saída do treinador e a chegada do interino Pintado. Ele tem presença garantida na partida do próximo domingo, contra o Santa Cruz, no Pacaembu, pela última rodada do Campeonato Brasileiro. 

Ceni explica escolha de inglês como auxiliar e promete atenção à base


Rogério Ceni São Paulo (Foto: Fernando Vidotto)
Rogério Ceni confirmou, em sua entrevista de apresentação como novo treinador do São Paulo, nesta quinta-feira, que pretende dar muita atenção às equipes de base, formadas no CT Laudo Natel, em Cotia. Para isso, o ex-goleiro conta com o trabalho de Micheal Beale, inglês que será seu auxiliar-técnico no Tricolor.
Beale tem larga experiência com jogadores jovens. Ceni destacou que ele trabalhou por dez anos no Chelsea e ultimamente estava no Liverpool.
A ideia é usar o que há de melhor em Cotia. Atualmente, o São Paulo disputa as finais do Sub-20 na Copa do Brasil e no Campeonato Paulista. Além disso, é o atual campeão da Libertadores na categoria.
– Acredito que pelo investimento que é feito em Cotia, não podemos deixar de aproveitar os jogadores. Acompanhei treinos do sub-15 até o sub-20. Vi jogos. Temos profissionais altamente qualificados. Será dada oportunidade aos jogadores da base – disse Ceni, que elogiou David Neres, Pedro, Lucas Peri e Lyanco, dentre outros.
– Fora os mais experientes como Rodrigo Caio, Lucão, João Schmidt. Já temos um alto percentual da base no profissional, mas ainda acho que é momento de aproveitar mais gente. Casos do Lucas Kal e do Tormena, mas tenho muitos zagueiros. Vejo o Foguete, o Artur, o Araruna, o Júnior. Na maioria das posições, eles vão subir – emendou o novo treinador, destacando também o trabalho do técnico André Jardine no Sub-20.
Sobre Michael Beale, Ceni contou que o conheceu por indicação de um amigo. Depois de três dias observando seu trabalho no time sub-23 do Liverpool, saiu impressionado.
– (Michael) foi um cara muito bacana, atencioso, gostei muito do treinamento dele. É um treinador pronto para lidar com garotos e profissionais do mais alto nível. Claro que tem a questão da língua, mas ele está fazendo três horas de português por dia. Não é fácil aprender português, mas tem o linguajar da bola – disse Ceni, sorrindo.
Além do inglês Michael Beale, o francês Charles Hembert também fará parte da comissão técnica de Ceni no São Paulo.
– O Charles trabalhou junto com a seleção brasileira na Copa América. Na Copa do Mundo, trabalhou com Camarões. Ele me acompanhou na Inglaterra, fez os mesmos módulos de curso que eu. Ele será uma sombra do Michael em campo na comunicação. Os trabalhos serão setorizados. Eu posso trabalhar com uma parte e os outros serão tocados por eles, que são altamente capacitados – explicou Ceni.  

Wellington Nem revela "não" à Europa para poder jogar pelo São Paulo


Wellington Nem São Paulo (Foto: Maurício Rummens / Estadão Conteúdo)
O São Paulo apresentou nesta quarta-feira seu primeiro reforço para 2017. Wellington Nem, que há mais de 15 dias já treina com o grupo, vestiu a camisa– ainda sem número definido – e explicou por que optou pela equipe do Morumbi.
– O São Paulo já havia me procurado há um ano e meio e eu tinha falado que sim. É um clube grande, que entra para ganhar tudo, e é isso que eu quero: voltar ao Brasil e ganhar todos os títulos possíveis com a camisa do São Paulo (...) Eu não estava feliz na Ucrânia. Houve uma possibilidade de ir para outro time da Europa, mas eu disse que não. Queria voltar para o Brasil, para o São Paulo, estar perto dos meus amigos e da minha família – disse o atacante.
Ao seu lado estava o diretor executivo Marco Aurélio Cunha, que elogiou a postura do jogador durante a negociação, quando outros clubes brasileiros tentaram contratá-lo.
– Quero ressaltar a lealdade do Wellington Nem na negociação. Quando o mercado descobre, sempre entra alguém tentando interferir. Em nenhum momento ele vacilou, no momento mais importante ele disse que o compromisso dele era com o São Paulo. Foi fundamental a forma como ele nos recebeu, e sua condução impecável – agradeceu o dirigente.

Wellington Nem terá férias a partir da próxima semana e vai se reapresentar no dia 5 de janeiro para a viagem aos Estados Unidos, onde o São Paulo disputará o Torneio da Flórida. Será a estreia do jogador.
Veja abaixo a íntegra de sua entrevista:
O QUE MUDOU EM RELAÇÃO AO WELLINGTON NEM DO FLUMINENSE
Sou um homem mais experiente, tenho um filho, uma família, responsabilidade. No Fluminense eu era mais moleque, agora é uma responsabilidade muito grande, ainda mais vestindo a camisa do São Paulo, um clube que ganhou tudo. Como jogador é o Wellington do Fluminense, do Figueirense, do Shakhtar, de ir para dentro, tentar a jogada, tentar o máximo sair com a vitória e se doar para o time.
POSIÇÃO EM CAMPO
Eu me sinto melhor pela direita, sempre joguei. Gosto de levar para o meio para fazer jogadas, é onde me sinto melhor.
ROGÉRIO CENI
Não tive contato com o Rogério, mas dou parabéns ao Marco por ter contratado o Rogério. Foi a melhor escolha que o São Paulo fez, é o maior ídolo do clube. Se tivermos a metade dos títulos dele, estaremos felizes.
DIFICULDADES NO SHAKHTAR
Eu fiquei muito tempo sem jogar porque vim para o nascimento do meu filho, foram quase duas semanas, na volta tive que me adaptar de novo, e já tinha conversado com o técnico que não queria mais jogar pela possibilidade de vir para o São Paulo. Estou bem fisicamente, se eu pudesse já jogaria nesses últimos jogos.
ADAPTAÇÃO NA UCRÂNIA
Meus dois anos no Shakhtar foram difíceis, eu me machuquei, o técnico falava que brasileiros demoravam dois anos para se adaptar. Depois, em um ano e meio, eu joguei, fiz gol, mas não estava feliz. Eu disse que não queria ir para a Europa, queria voltar para o Brasil, para o São Paulo, estar perto da minha família e dos meus amigos.
MÁ FASE DO ATAQUE DO SÃO PAULO
Esse ano foi ruim para todo mundo, não só para o ataque, é o grupo do São Paulo. Eu chego para somar, ajudar a todos, formar uma família para sermos muito felizes.
EVOLUÇÃO
Tenho muito a evoluir, apenas 24 anos, até quando eu parar vou tentar evoluir mais e melhorar para chegar no topo. E na Seleção.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Ceni, finais, Morumbi... Veja mudanças na agenda do São Paulo no fim do ano


Rogério Ceni Técnico do São Paulo (Foto: Igor Amorim/saopaulofc.net)

A queda do avião da Chapecoense, que culminou na morte de 71 passageiros, entre jogadores, comissão técnica e dirigentes do clube catarinense, além de tripulantes e jornalistas, impactou diretamente no calendário das demais equipes brasileiras. O São Paulo, por exemplo, teve três jogos adiados, em categorias diferentes, além de ter transferido a apresentação de seu novo técnico, o ex-goleiro Rogério Ceni. Veja abaixo as mudanças na agenda tricolor:
São Paulo x Santa Cruz:
Campeonato Brasileiro
Data antiga: 4 de dezembro
Será no dia: 11 de dezembro
Local: a diretoria havia transferido a partida para o Pacaembu, em razão de, no dia 4, o Morumbi receber um show da banda de rock Black Sabbath. Com o adiamento para o dia 11, cogita-se voltar à casa tricolor, mas a maior probabilidade é que o jogo continue no Pacaembu.
Horário: 17h
Homenagem: o São Paulo deverá jogar de uniforme preto, em luto pelo acidente aéreo com a delegação da Chapecoense.
O que vale: a equipe precisa vencer o Santa Cruz para se classificar à Copa Sul-Americana de 2017 sem depender de outros resultados. Se não ganhar, dependerá que Fluminense ou Cruzeiro não vençam Internacional e Corinthians, respectivamente.

Bahia x São Paulo
Copa do Brasil Sub-20
Data antiga: 1º de dezembro
Será no dia: 8 de dezembro
Local: estádio Pituaçu, em Salvador
Horário: 21h15
O que vale: o título do torneio. No primeiro jogo, o São Paulo fez 3 a 1 no Morumbi. Fora de casa, poderá perder por um gol de diferença que será campeão. O Bahia precisa vencer por dois gols para levar a decisão aos pênaltis, ou vantagem superior para ganhar no tempo normal.

Capivariano x São Paulo
Campeonato Paulista sub-20
Data antiga: 4 de dezembro
Será no dia: 11 de dezembro
Local: Arena Capivari, em Capivari, interior de São Paulo
Horário: 10h
O que vale: mais um título para a base tricolor. O time treinado por André Jardine goleou por 4 a 0 em Cotia, e tem enorme vantagem para conquistar o estadual.

Apresentação de Rogério Ceni
Data antiga: 29 de novembro
Será no dia: não está definido, mas a intenção do clube é fazer entre 7 e 9 de dezembro.
Local: CT da Barra Funda
Evento: ex-goleiro dará sua primeira entrevista como técnico da equipe para 2017.

Férias dos jogadores
Período antigo: de 5 de dezembro a 3 de janeiro
Será no período: de 12 de dezembro a 3 de janeiro
Motivo: como a última rodada foi adiada em uma semana, os jogadores perderam esses dias de férias. O São Paulo, como compensação, liberou todo o grupo entre 1º e 5 de dezembro, e prometeu distribuir mais alguns dias ao longo de 2017. Não é possível estender a apresentação, em janeiro, porque no dia 6 a delegação viajará para o Torneio da Flórida, nos Estados Unidos.