sábado, 30 de julho de 2016

Vai na raça! Buffarini se credencia para conquistar torcida do São Paulo


Buffarini São Paulo (Foto: Érico Leonan/www.saopaulofc.net)
Afinal, pode também atuar como volante pelo lado direito, na vaga que hoje seria de Thiago Mendes, ou aberto pela ponta, na função que vem sendo ocupada por Kelvin – o atacante voltará a ser titular na partida deste domingo, contra a Chapecoense.
Buffarini, porém, não escolhe posição. O lateral promete muita disposição para ajudar a equipe a reagir na temporada 2016.
– Sempre fui volante pela direita e nos últimos três anos fui de lateral. Eu me adaptei. Também posso jogar na ponta. É uma decisão do técnico e eu tenho somente que trabalhar – afirmou o reforço.
Buffarini chega dentro do espírito idealizado pela diretoria e pedido pelo torcedor, que percebeu uma mudança de postura do elenco são-paulino na atual temporada. É fato que a equipe de Edgardo Bauza ainda não encanta tecnicamente, mas luta o tempo todo, batalha até o último minuto de partida. O novo reforço tem exatamente esse perfil.
– Temos muita convicção de que o Buffarini vai agregar ao time. Ele tem a característica de atleta que entrega, que joga com paixão, com coração, vai poder mostrar isso aqui – afirmou o diretor-executivo do clube do Morumbi, Gustavo Vieira de Oliveira.
O argentino, que assinou contrato por três anos, está pronto para estrear tão logo sua documentação seja regularizada no BID da CBF. 

Veja as informações do São Paulo para a partida contra a Chapecoense:

Data e horário: domingo, às 11h (de Brasília)
Local: Morumbi, em São Paulo
Escalação provável: Denis; Bruno, Lugano, Maicon e Carlinhos; Hudson, Thiago Mendes, Kelvin, Cueva e Michel Bastos; Centurión (Gilberto)
Desfalques: Caramelo, Renan Ribeiro, Breno, Lucas Fernandes, Wellington (machucados), Mena (suspenso) e Rodrigo Caio (na Seleção olímpica)
Arbitragem: Wagner do Nascimento Magalhãoes (Fifa-RJ), auxiliado por Rodrigo Henrique Correia (RJ) e Luiz Claudio Regazone (RJ)

Entenda por que o dia 6 de agosto pode mudar o futuro do São Paulo

No próximo dia 6 de agosto, uma assembleia geral de sócios terá de votar "sim" ou "não" no São Paulo. Parece simples, mas trata-se de um tema complexo que pode determinar os próximos anos do clube. Votarão "sim" aqueles que quiserem ratificar as mudanças feitas no estatuto desde 2003, e assim torná-lo judicialmente legal diante da ação que contesta tais alterações.

Votarão "não" os que desejarem manter a ação em curso. Caso vença o "sim", num prazo de quatro meses, o São Paulo votará um novo estatuto com sugestões de todos os associados e conselheiros, algo que só ocorreu três vezes em sua história, a última delas em 1937.
A seguir,  explica todos os detalhes, possíveis consequências da votação e o que pode acontecer se vencerem o "sim" ou o "não":

Por que o São Paulo precisa ratificar o atual estatuto?

Porque o conselheiro Francisco de Assis Vasconcellos moveu ação na Justiça contra as mudanças realizadas no estatuto desde 2004. Para poder elaborar um novo documento oficial que norteie o clube, a diretoria precisa que o atual esteja embasado legalmente.

O que é essa ação?

Vasconcellos pede a anulação de todos os atos políticos e administrativos desde 2004 no São Paulo, pois alega que as alterações estatutárias foram feitas sem consulta aos sócios, uma exigência do Código Civil. A principal delas é a que permitiu ao então presidente Juvenal Juvêncio, em 2011, ser reeleito para um terceiro mandato. Ela tem sido bem sucedida na Justiça, e precisa de mais uma decisão no Superior Tribunal Federal (STF), irreversível. Os recursos do clube, até aqui, foram negados.

Por que a diretoria do São Paulo pede o voto no "sim"?

Porque, segundo o departamento jurídico do clube, isso anularia a ação, pois eliminaria o objeto do caso ao passar a ter o atual estatuto ratificado pelos associados. Isso também permitiria a realização de todo o processo para elaboração de um novo estatuto, este sim, democratizado.

Por que a oposição do São Paulo pede o voto no "não"?

Alegam que o presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, quer evitar o risco de ter sua eleição anulada, além de estar chamando para si a "glória" de elaborar um novo estatuto. Eles dizem que ratificar esse estatuto atual seria dar razão às mudanças anteriores, arbitrárias, feitas sem a participação dos sócios do clube. E querem a criação de um novo estatuto a partir da anulação de todos os atos político e administrativos desde 2004.

O que pode acontecer se o "não" ganhar?

1) O estatuto atual seguiria questionado na Justiça e, caso a tendência se confirme, e a ação do conselheiro tenha ganho de causa, o São Paulo viveria um caos. Leco perderia o mandato e um interventor seria nomeado pelo Poder Judiciário para presidir o clube numa fase de transição. Interventor seria alguém de fora, não necessariamente são-paulino. Poderia ser um corintiano, um palmeirense, um flamenguista, gremista, ou simplesmente alguém que não goste de futebol.
2) Dos atuais 240 conselheiros, 133 perderiam o mandato, já que foram empossados depois de 2004. O presidente do Conselho Deliberativo, Marcelo Abranches Pupo Barboza, também não teria mais seu cargo. O principal órgão do clube ficaria esfacelado.
3) Carlos Miguel Aidar e Ataíde Gil Guerreiro, julgados e expulsos do clube recentemente por denúncias de corrupção e agressão física, respectivamente, voltariam a ser conselheiros. O quadro seria o mesmo de 2004, quando ambos exerciam seus mandatos normalmente. No ano passado, Aidar, então presidente, e Ataíde, seu vice de futebol, protagonizaram um processo de renúncia com acusações de ganhos ilícitos de comissão, participação da namorada de Aidar nas negociações mais nebulosas, além de outros membros da diretoria. Ataíde gravou uma conversa na qual o presidente lhe sugeria comissões. Isso resultou numa agressão dele contra Aidar.

4) Todos os contratos com jogadores, patrocinadores, e em outras áreas, assinados depois de 2004 seriam questionados. Ninguém sabe quem poderia entrar em campo e vestir a camisa do São Paulo, quem poderia trabalhar no clube. Qualquer ato seria motivo, por exemplo, para um protesto de um time adversário na Justiça Desportiva.

O que a diretoria se compromete a fazer se o "sim" ganhar?

A ação de Vasconcellos seria anulada e, num prazo de 120 dias, o São Paulo levaria um novo estatuto para votação em seu Conselho Deliberativo.

Como esse estatuto vai ser elaborado?

1) Uma comissão de sistematização será formada por conselheiros e associados. Eles receberão críticas sobre o que deve ser mudado e sugestões para o novo estatuto, e terão a missão de filtrá-las para levar as mais relevantes adiantes. A diretoria garante que Leco não fará parte dela.
2) Em seguida, uma nova comissão, essa de legislação e reforma estatutária, formada, de acordo com a diretoria do clube, por pessoas de diferentes correntes e grupos políticos, vai definir quais das sugestões recebidas do grupo de sistematização serão adotadas e elaborar o novo estatuto.
3) O Conselho Deliberativo votará a aprovação do novo estatuto.
4) Caso o documento passe no Conselho, haverá ainda uma nova assembleia geral de sócios para ratificar o novo estatuto. Ou seja, ele teria do início ao fim a participação dos associados, justamente o que é contestado em relação às mudanças feitas desde o fim da administração do ex-presidente Marcelo Portugal Gouvêa, ao longo dos mandatos de Juvenal Juvêncio.

Quem pode votar na assembleia geral?

Todos os sócios adimplentes (ou seja, com mensalidade em dia). O São Paulo diz ter cerca de oito mil titulares, sem precisar quantos deles estão adimplentes e, portanto, poderão votar.

Quantos votos são necessários para ganhar?

A maioria simples. Ou seja, metade dos votos mais um.

Há alguma mudança garantida no novo estatuto?

Segundo a diretoria, apenas aquelas exigidas pelo Profut, projeto aprovado no Governo para refinanciamento das dívidas dos clubes de futebol. As contrapartidas, obrigatórias nos estatutos de todos os que aderiram, envolvem autonomia de conselhos fiscais, punições a dirigentes por gestões temerárias e limites de mandatos. O São Paulo já aderiu ao Profut. Os outros itens serão sugeridos por conselheiros e associados, e aprovados conforme o processo explicado acima.
Desde quando o sócio não participa da elaboração de um estatuto no São Paulo?
Dos 31 estatutos da história do clube, somente três tiveram a participação dos associados em assembleia: o de 1930, na fundação, o de 1935, da refundação, e o de 1937. Desde então, eles nunca mais puderam atuar nesse processo.

Diretoria do São Paulo não garante mais reforços para o restante do ano


Gustavo Vieira de Oliveira São Paulo (Foto: Marcelo Prado)
Apesar dos pedidos insistentes do técnico Edgardo Bauza, a diretoria do São Paulo não garante que novos reforços chegarão para a sequência do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil. O clube analisa o mercado em busca de um meia e de um centroavante, mas a falta de opções de qualidade que se enquadrem na política financeira do clube atrapalha.
– Hoje, a maior possibilidade é não vir ninguém. As inscrições no Campeonato Brasileiro podem ser feitas até 16 de setembro, mas quanto mais o tempo passa, é mais difícil contratar, já que as opções vão diminuindo – afirmou o diretor-executivo do clube, Gustavo Vieira de Oliveira, em rápida conversa com os jornalistas após apresentar o lateral-direito Buffarini.
Para a vaga de atacante, o clube pensou em Hernane Brocador, que acabou de renovar contrato com o Bahia. Mas, após o novo acerto entre jogador e clube, o São Paulo teria de entrar em acordo financeiro com a equipe de Salvador.
Outros nomes comentados para o comando do ataque foram os de Lucas Barrios, do Palmeiras, e Lucas Pratto, do Atlético-MG. O primeiro se tornou inviável por causa do seus vencimentos mensais, que chegam a R$ 1 milhão por mês. O segundo é praticamente impossível pelo valor que o São Paulo teria de pagar para contratar o atleta. O clube mineiro recusou uma proposta de 7,5 milhões de euros de um clube chinês pelo jogador.
No meio-campo, um dos nomes oferecidos ao clube do Morumbi foi o de Renato Cajá, que está no Bahia, junto com Hernane Brocador, disputando a Série B do Brasileiro. O problema é que ele já defendeu dois clubes na temporada 2016.
Bauza quer pelo menos a chegada de mais um centroavante. O técnico perdeu Alan Kardec e Calleri, negociados, e Ytalo, que sofreu grave lesão no joelho e só voltará aos gramados no começo do próximo ano. Centurión, que também atua improvisado na posição, está de saída para o Boca Juniors. 

São Paulo já vende 38 mil ingressos e terá seu melhor público no Brasileirão


Torcida São Paulo X América-MG (Foto: Marcos Ribolli)
O São Paulo terá seu melhor público como mandante neste Campeonato Brasileiro no domingo. Até a noite desta sexta-feira, 38 mil ingressos já foram vendidos para o jogo contra a Chapecoense, às 11h (de Brasília). Ainda restam bilhetes para todos os setores do Morumbi. A carga total é de 66 mil.
Até agora, na competição de 2016, o melhor público tricolor tinha sido o do clássico contra o Palmeiras, no dia 29 de maio, vencido por 1 a 0 com gol de Ganso: 21.016 pagantes.
O recorde de público deste Brasileirão é de Flamengo 1 x 2 Palmeiras, disputado em 5 de junho, no Mané Garrincha, em Brasília: 54.665.
Faz quase um mês que o São Paulo não atua no Morumbi. O último jogo em casa aconteceu aconteceu no dia 10 deste mês: vitória de 3 a 0 sobre o América-MG.
Vale lembrar que o duelo do final de semana é o primeiro dos dois jogos da promoção que a diretoria fez, baixando os preços de todos os setores. A expectativa é por um público de cerca de 45 mil torcedores para ajudar a equipe a conseguir a reabilitação no Campeonato Brasileiro. O time vem de uma derrota por 1 a 0 para o Grêmio.
As arquibancadas custam R$ 20 (amarela e laranja) e R$ 30 (azul e vermelha); as cadeiras amarela, laranja, laranja premium e térrea saem a R$ 40; e cadeiras especiais superiores, R$ 100 – compre aqui. A venda de arquibancadas será apenas online. Nos postos fixos de venda poderão ser adquiridos apenas ingressos de cadeiras.

Em negociação de Maicon, São Paulo e Porto começaram a tratar de Kelvin


Kelvin São Paulo (Foto: Érico Leonan/saopaulofc.net)
Recuperado de uma lesão muscular na coxa esquerda, o atacante Kelvin ataca em duas frentes no São Paulo. Ao mesmo tempo em que trabalha para recuperar sua melhor forma física, o camisa 30 já pensa no futuro e manifesta o desejo de permanecer no Tricolor. O vínculo de empréstimo vale até o fim do ano.
A situação de Kelvin já começou a ser tratada pelas diretorias de São Paulo e Porto, de Portugal, quando as duas equipes negociaram a situação de Maicon, que acabou contratado pela equipe do Morumbi por R$ 22 milhões. Ao contrário do zagueiro, o atacante veio com preço dos seus direitos fixados, mas a diretoria tricolor não revela o valor que teria de pagar para contratá-lo em definitivo.
Outro motivo para adiantar as tratativas é evitar o desgaste vivido na negociação por Maicon, que só foi resolvida no limite do prazo.
– Minha cabeça está voltada apenas para retomar o meu ritmo. Ninguém me falou nada sobre negociação. Estou feliz e quero continuar aqui – afirmou Kelvin.
O atacante é uma das boas surpresas da equipe na temporada. Ele não chegou ao clube com status de titular, já que vinha de uma temporada apagada com a camisa do Palmeiras. Começou a ganhar espaço com Edgardo Bauza na fase de classificação da Libertadores e na reta final da primeira fase do Campeonato Paulista. No total, já disputou 24 partidas e fez dois gols.
No seu melhor momento no time, sofreu a lesão na coxa esquerda, na partida contra o Sport, realizada no dia 23 de junho. Por causa dela, perdeu os dois jogos mais importantes da temporada, contra o Atlético Nacional, pela semifinal da Libertadores. Agora, ele só quer trabalhar para voltar a ficar 100% e ajudar a equipe.
– Foi um mês muito difícil. Vinha numa fase muito boa, ajudando a equipe, quando veio a lesão. Mas faz parte do passado. Agora voltei e estou com a cabeça boa. Ainda falta confiança, o que é normal para quem ficou parado por esse tempo. Com a sequência de jogos, vou voltar ao meu melhor – ressaltou o atacante, que deve ser titular contra a Chapecoense, às 11h (de Brasília) de domingo, pela 17ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Veja as informações do São Paulo para a partida contra a Chapecoense:

Data e horário: domingo, às 11h (de Brasília)
Local: Morumbi, em São Paulo
Escalação provável: Denis; Bruno, Lugano, Maicon e Carlinhos; Hudson, Thiago Mendes, Kelvin, Cueva e Michel Bastos; Gilberto (Centurión)
Desfalques: Caramelo, Renan Ribeiro, Breno, Lucas Fernandes, Wellington (machucados), Mena (suspenso) e Rodrigo Caio (na Seleção olímpica)
Arbitragem: Wagner do Nascimento Magalhãoes (Fifa-RJ), auxiliado por Rodrigo Henrique Correia (RJ) e Luiz Claudio Regazone (RJ)

São Paulo já vende 38 mil ingressos e terá seu melhor público no Brasileirão


Torcida São Paulo X América-MG (Foto: Marcos Ribolli)
O São Paulo terá seu melhor público como mandante neste Campeonato Brasileiro no domingo. Até a noite desta sexta-feira, 38 mil ingressos já foram vendidos para o jogo contra a Chapecoense, às 11h (de Brasília). Ainda restam bilhetes para todos os setores do Morumbi. A carga total é de 66 mil.
Até agora, na competição de 2016, o melhor público tricolor tinha sido o do clássico contra o Palmeiras, no dia 29 de maio, vencido por 1 a 0 com gol de Ganso: 21.016 pagantes.
O recorde de público deste Brasileirão é de Flamengo 1 x 2 Palmeiras, disputado em 5 de junho, no Mané Garrincha, em Brasília: 54.665.
Faz quase um mês que o São Paulo não atua no Morumbi. O último jogo em casa aconteceu aconteceu no dia 10 deste mês: vitória de 3 a 0 sobre o América-MG.
Vale lembrar que o duelo do final de semana é o primeiro dos dois jogos da promoção que a diretoria fez, baixando os preços de todos os setores. A expectativa é por um público de cerca de 45 mil torcedores para ajudar a equipe a conseguir a reabilitação no Campeonato Brasileiro. O time vem de uma derrota por 1 a 0 para o Grêmio.
As arquibancadas custam R$ 20 (amarela e laranja) e R$ 30 (azul e vermelha); as cadeiras amarela, laranja, laranja premium e térrea saem a R$ 40; e cadeiras especiais superiores, R$ 100 – compre aqui. A venda de arquibancadas será apenas online. Nos postos fixos de venda poderão ser adquiridos apenas ingressos de cadeiras.

Diretoria do São Paulo não garante mais reforços para o restante do ano


Gustavo Vieira de Oliveira São Paulo (Foto: Marcelo Prado)
Apesar dos pedidos insistentes do técnico Edgardo Bauza, a diretoria do São Paulo não garante que novos reforços chegarão para a sequência do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil. O clube analisa o mercado em busca de um meia e de um centroavante, mas a falta de opções de qualidade que se enquadrem na política financeira do clube atrapalha.
– Hoje, a maior possibilidade é não vir ninguém. As inscrições no Campeonato Brasileiro podem ser feitas até 16 de setembro, mas quanto mais o tempo passa, é mais difícil contratar, já que as opções vão diminuindo – afirmou o diretor-executivo do clube, Gustavo Vieira de Oliveira, em rápida conversa com os jornalistas após apresentar o lateral-direito Buffarini.
Para a vaga de atacante, o clube pensou em Hernane Brocador, que acabou de renovar contrato com o Bahia. Mas, após o novo acerto entre jogador e clube, o São Paulo teria de entrar em acordo financeiro com a equipe de Salvador.
Outros nomes comentados para o comando do ataque foram os de Lucas Barrios, do Palmeiras, e Lucas Pratto, do Atlético-MG. O primeiro se tornou inviável por causa do seus vencimentos mensais, que chegam a R$ 1 milhão por mês. O segundo é praticamente impossível pelo valor que o São Paulo teria de pagar para contratar o atleta. O clube mineiro recusou uma proposta de 7,5 milhões de euros de um clube chinês pelo jogador.
No meio-campo, um dos nomes oferecidos ao clube do Morumbi foi o de Renato Cajá, que está no Bahia, junto com Hernane Brocador, disputando a Série B do Brasileiro. O problema é que ele já defendeu dois clubes na temporada 2016.
Bauza quer pelo menos a chegada de mais um centroavante. O técnico perdeu Alan Kardec e Calleri, negociados, e Ytalo, que sofreu grave lesão no joelho e só voltará aos gramados no começo do próximo ano. Centurión, que também atua improvisado na posição, está de saída para o Boca Juniors.